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João Pestana by João Moutinho

O que gosto | O que me faz feliz | O que quero partilhar

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10
Set16

De Marrakech para o sonho

João Pestana

Dia 1 | Marrakech - Atlas - Ait Ben Haddou - Ouarzazate - Gargantas de Dades |

 

Eram 7h da manhã e estava a contar os minutos para que o motorista batesse à porta para nos vir buscar e começar o primeiro dia de uma viagem que seria marcante. Depois do famoso pequeno-almoço marroquino lá seguimos nós viagem rumo à cidade de Ait Ben Haddou mas com 1ª paragem a maginifica cordilheira do Atlas para tirar umas fotografias e claro sempre com o famoso "Bonjour, Good Price" para aquelas peças que os turistas gostam de levar como recordação. Chegado à cidade que já serviu de cenário de filmes e séries como Gladiador e Game of Thrones tinhamos um guia local que nos levou a conhecer aquela cidade e a contar alguns pormenores das gravações e daquela cidade. Por lá almoçámos num restaurante tipico antes de seguir viagem para Ouarzazate onde tem o conceituado Museu de Cinema. Uma paragem breve apenas para algumas fotografia antes da ultima viagem do dia até às Gargantas de Dades , um local lindo que como o nome indica tem a forma de uma garganta com uma estrada estreita ladeada com montanhas com uma altura impressionante. Foi lá que passámos a primeira noite e jantámos num hotel no coração das gargantas.

 

Dia 2Dadèes Gorges - Thingir - Todgha Gorges - Sahara

 

O segundo dia viagem começou bem cedo com o pequeno almoço marcado para as 7h30 e partida às 8h com uma viagem pelas gargantas do Dadèes onde mais uma vez a vista do topo das gargantas é indiscretivel. Daqui seguimos viagem para Thingir, uma cidade bárbara localizada no centro de um oasis onde tinhamos um guia local que nos contou histórias interessantes do oasis como pro exemplo a forma como faziam a divisão de parcelas dos terrenos, as diversas plantações e algumas curiosidades como por exemplo a de que aquela tinta das tatuagens henna é feita através de uma planta com o mesmo nome , uma planta muito encontrada em Marrocos que pode chegar até aos seis metros de altura. Aqui nesta comunidade bárbara visitámos ainda a casa de uma familia que se dedicava à tapeçaria e aqui conhecemos todo o processo desde a recolha de lá até o tapete estar concluido e foi tão interessante que até tentei fazer negócio com um tapete, sim porque como não poderia deixar de ser no final da visita havia um armazem com centenas e centenas e centenas de carpetes à venda feitas por aquela familia.

Feita esta visita rumámos à ultima paragem antes do nosso destino final. Chegámos então às gargantas do Todgha e nesta altura não estava a acreditar no que estava a ver. Nós turistas na zona onde passam os carros e a olhar para cima so se via uma montanha que parecia não ter fim, algo alucinante que segundo o nosso guia já houve quem se aventurasse e tenha escalado a montanha e prova disso são as estacas de ferro e a corda ainda presentes ao longo da montanha. Foi aqui que almoçamos com uma vista deslubrante para um dos lados das gargantas.

Daqui, e foi aquilo pelo que imaginei muito tempo, seguimos por uma estrada sem fim onde ao fim de algumas horas de viagem começamos a ver o deserto lá muito ao fundo. Quando chegámos tinhamos os célebres camelos que durante 1h30 nos levaram  para o meio do deserto para assistir ao por do sol e onde estava à nossa espera uma enorme tenda onde jantámos e passámos a noite. Confirma-se que no deserto não há mesmo água e foi preciso levar um bom reforço de garrafas em forma de gelo porque com o calor era fácil que derretessem. A ideia era passar a noite dentro da tenda mas o calor que se fazia sentir fez com que fizesse a cama lieralmente no meio do deserto mas a meio da noite foi necessário recorrer às mantas que estavam prontas no interior da tenda.

 

 

Dia 3 | Sahara - Atlas - Marrakech

 

Com os camelos ali a dormirem também ao nosso lado a alvorada foi as 5h30 para dar tempo de arrumar as mochilhas e fazer a viagem de regresso no camelo e assistir ao nascer do sol, algo que tenho na minha memória como se tivesse a ser agora. Tinhamos um pequeno almoço preparado num hotel à entrada do deserto onde tinhamos os camelos à espera no dia anterior. Eram 8h30 estávamos a iniciar a viagem de regresso a Marrakech, com algumas paragens inclusivé para almoçar. Neste dia pouca coisa aconteceu a não ser as 10h de viagem que pareciam nunca mais terminar. Entre curvas e contra curvas a descer o Atlas finalmente chegámos à confusão de Marrakech pelas 20h.

Não sei se irei repetir esta viagem ou não mas sei que as imagens que tenho na memória e toda a experiência vivida nunca serão esquecidas! Espero que se tenham sentido dentro da viagem.

JM

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